Povos Antigos do Mundo para Crianças
InicianteSete episódios para crianças de 6 a 8 anos, apresentados pelo Ben, um menino de oito anos que descobre tudo junto com a criança. O curso roda numa linha do tempo com sete pinos, acesos rigorosamente da esquerda para a direita, do povo mais antigo para o mais novo, para que antigo deixe de ser um tempo vago e vire um montão de tempos bem diferentes. O episódio 1 ensina a linha e a resposta honesta para como a gente sabe: eles deixaram coisas para trás, a pedra dura, e o barro guarda uma escrita que acaba sendo lista de compras. Depois a Grécia, com um templo cujas colunas são discos de pedra empilhados subidos com corda e roldana, e um teatro cavado numa encosta que leva uma voz até a última fileira sem microfone. Depois a China, onde a muralha são muitos pedaços de muitas épocas e é estreita demais para ser vista da Lua, e milhares de figuras de barro do tamanho de uma pessoa, cada rosto diferente, apareceram embaixo de um campo. Depois Roma, onde a água atravessa um vale sem bomba porque a canaleta desce um tantinho a cada passo. Depois os maias, que olharam o céu durante anos e anotaram tudo, e que não sumiram: há milhões de pessoas maias vivas hoje. Depois os vikings, cujos capacetes de verdade não têm chifre nenhum. E fecha com os incas, encaixando pedra na pedra sem cimento e refazendo uma ponte de corda com a mão todo ano.
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10 questões
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Dicas
Ver tudoPedra encaixada sem nada no meio, e uma ponte refeita à mão todo ano
A junta é tão apertada que não passa nem uma folha de papel
O capacete viking com chifre é figurino de teatro, não achado de escavação
Nenhum elmo viking de verdade tem chifre
Os maias não sumiram, e o episódio diz isso duas vezes
Há milhões de pessoas maias vivas hoje, com comida e língua próprias
A água romana anda sozinha porque a canaleta desce um tantinho a cada passo
Sem bomba, sem motor, e a estrada com o meio mais alto pela mesma cabeça
